Casos de uso

Todo investimento em mídia carrega um medo:
gastar sem saber se vai funcionar.

A Hoop transforma esse medo em hipótese testada, risco numerado e decisão rastreável — antes do orçamento sair da conta.

O medo desmontado

De achismo para hipótese verificável.

Sem previsibilidade
  • Dashboards depois do gasto Você descobre o problema quando o orçamento já queimou.
  • Decisão por intuição O gestor mais experiente opina — e reza para dar certo.
  • Teste cego de budget Realocar é apostar: se errar, só se vê no relatório do mês.
  • Auditoria impossível "Por que cortamos esse canal?" — ninguém lembra o motivo.
Com a Hoop
  • Simulação antes do gasto Cenários rodam com os sinais reais da conta antes de um centavo sair.
  • Hipótese com intervalo de confiança Cada recomendação vem com faixa de resultado esperado e probabilidade.
  • Risco numerado antes de aplicar Você aprova sabendo o pior cenário possível — não só o médio.
  • Decisão rastreável Cada ação mostra os sinais que pesaram e quem aprovou.
Arquitetura de decisão

Três cenários em que o medo vira movimento previsível.

Cada cartão descreve o sinal que entra, a hipótese que a Hoop testa e a decisão que sai sob aprovação.

Escala

Escalar Meta Ads sem estourar o CPA alvo

Sinal
CPM, CTR, CVR e frequência por conjunto, minuto a minuto.
Hipótese
Probabilidade de manter CPA alvo ao aumentar budget em 10%, 20% ou 35%.
Decisão
Janela ideal de escala + risco projetado de saturação criativa.
Criativo

Trocar o criativo antes da queda de receita

Sinal
Performance por peça, frequência e curva de CTR por janela temporal.
Hipótese
Quando a fadiga vira perda de conversão — e qual peça substitui com menor risco.
Decisão
Momento exato de rotacionar, duplicar vencedor ou pausar derrotado.
Cross-channel

Escolher o canal com maior retorno incremental

Sinal
Meta, Search, Retargeting e CRM — sobreposição e atribuição causal.
Hipótese
Intervalo de impacto financeiro em cada trajeto de realocação.
Decisão
Migração de verba recomendada com ganho incremental esperado.
Fluxo de execução

Do sinal ao próximo movimento — sem passar pelo improviso.

  1. 01 Coleta Sinais de mídia, conversão e CRM entram ao vivo via API oficial.
  2. 02 Modelagem A rede normaliza sinais e constrói o cenário específico da conta.
  3. 03 Simulação Hipóteses de orçamento e criativo rodam com intervalo de confiança.
  4. 04 Decisão Proposta com risco explícito — sob aprovação, a Hoop aplica.
Por setor

Cada setor tem o seu medo próprio

E cada um deles tem uma hipótese específica que a Hoop testa antes de você comprometer orçamento.

E-commerce de Moda

O criativo que converte hoje perde 40% de CTR em 12 dias.

Coleções mudam a cada 6–8 semanas. Sem previsão de fadiga, você descobre a saturação depois de queimar budget — e a próxima coleção entra no vermelho antes do lançamento.

  • +38% de ROAS médio após implementar rotação preditiva de criativos
  • −22% em CPA com alocação baseada em janelas de saturação
  • 4.2× ROAS projetado para próxima coleção com dados atuais
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SaaS B2B

Você corta o canal errado porque a atribuição mente.

O lead converteu em Search, mas foi impactado 4 vezes antes — LinkedIn, retargeting, display. Sem MMM causal, a decisão de corte vira chute caro que reaparece três meses depois no pipeline.

  • −31% em custo por MQL ao realocar verba de LinkedIn ABM para Search
  • +18% em volume de leads com mesmo budget após otimização de mix
  • 82–89% de confiança nas projeções de cenário para ciclos de 14 dias
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Varejo com Sazonalidade

Black Friday decidida em planilha custa 10× mais quando erra.

Em datas sazonais, o erro de alocação é exponencial. Sem simulação pré-campanha, você só descobre o desvio no meio da data — quando metade do budget já está comprometida e não há tempo de corrigir.

  • 3.8× ROAS médio em Black Friday com planejamento preditivo 3 semanas antes
  • −27% em desperdício de budget ao simular alocação por janela de alta intenção
  • +41% em receita incremental vs. campanha sem simulação prévia
Simular para Varejo

Troque o medo do próximo ciclo por uma hipótese testada.

Em call, modelamos seus cenários com os dados reais da operação e mostramos onde a primeira decisão preditiva entra.

Resposta com direcionamento técnico e próximos passos claros.